FLAVIA PINHEIRO

ESPETÁCULOS EM CIRCULAÇÃO

Ruínas de um futuro em desaparecimento (2020)

Antílope ( 2018)

Como Manter-se Vivo? (2017)

Diafragma: Ensaio sobre a impermanência (2016)

Enchente (2016)

Diafragma: Dispositivo Versão Beta (2015)

Contato Sonoro (2014)

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Performer e coreógrafa residente em Recife. Seus trabalhos envolvem o corpo em movimento em relação à diferentes dispositivos. Investiga as relações de força e poder do neoliberalismo hegemônico corporeificadas pelo intensivo treinamento para o fim do mundo e os limites de resistência na criação de imagens, programas de performance, instalações, vídeos e intervenções urbanas com o um único objetivo: Dançar para não morrer!

Estudou um mestrado em História da Arte da UNSAM-Universidad de San Martin/ Argentina , é pós - graduada em Arte Visuais-Linguagens Artísticos Combinados no UNA/ Argentina, e graduada em Artes Cénicas na UFPE. No ano de 2017 iniciou a sua formação como terapeuta corporal - BMC Body Mind Centering. Foi premiada com a Bolsa Funarte para Formação em Artes Cênicas 2016/2017, estudando no Centre Nacional de la Danse CND/Pantin na França. Participou do Circuito Palco Giratório do SESC em 2018 com as perfomances “Como manter-se vivo?” e “Contato Sonoro”.

Alguns de seus experimentos pseudo - científicos se verticalizam nas tecnologias do corpo.  Aprofundam a obsolescência programada construída em base aos padrões de comportamento humano em relação às gambiarras, os dispositivos analógicos, a falha, o erro e a catástrofe, em obras como: Diafragma: dispositivo versão Beta(2015), Diafragma: Ensaio sobre a Impermanência (2016), Enchente (2016) e Como manter-se vivo? (2017).

Atualmente, investiga in vitro as bactérias no contexto insalubre da cidade do Recife: uma série de procedimentos de imagem e performance na luta contra os antibióticos. Realiza também a Performance Parlante “ Antílope” junto ao artista sonoro Yuri Bruscky. Desenvolve a pesquisa “Ruinas de um futuro em desaparecimento" que quase estreou em São Paulo, mas devido à pandemia foi adiada para depois do fim do mundo. Sua exposição “Abismos de um corpo que falha” premiada pelo Edital de Residências Artísticas da  Fundação Joaquim Nabuco FUNDAJ colapsou.  A artista insiste na distopia de hackear a existência.