MARINA MATHEY

Marina Mathey é multi-artista da cena, tendo construído sua trajetória no teatro desde 2006 em Americana/SP e depois em São Paulo a partir de 2010. Formada pela Escola de Arte Dramática em 2015, iniciou sua pesquisa profissional interseccionando as linguagens da performance, música, audiovisual, dança e teatro. Em 2016 fundou o Coletivo Transviadas Libertárias, dirigindo a pesquisa e realização de performances urbanas que discutiam a presença/ausência de corpas ditas dissidentes sexuais e de gênero em espaços públicos e suas implicações nos mesmos. O Coletivo atuou na capital paulista de 2016 à 2018, tendo dentre suas realizações as performances “Pós-AfetHIVo” e “Suportar” e o média-metragem “DEGENERADxS”. Em 2018 Marina estreia seu primeiro show, o “TRAVA”, no Festival “RISCO”, e em 2019 circula com o mesmo por espaços como o Teatro Oficina (Festival Chama), Teatro Sérgio Cardoso, Viga Espaço Cênico, Centro Cultural do Grajaú, entre outros - também por outras cidades do país, como Porto Seguro/BA e Boipeba/BA. Em “TRAVA”, a artista de investiga os afetos e desafetos direcionados às corpas transvestigêneres por parte da cisgeneridade, o tesão e a pulsão de morte presente no cotidiano de uma travesti – de onde saiu seu primeiro single e videoclipe de “XV”. Atualmente trabalha na criação e produção do seu primeiro EP Visual previamente intitulado “Boneca brasil”, onde aprofunda sua pesquisa de intersecção entre a performance e a música e propõe reflexões sobre a pansexualidade, o afeto transcentrado, as potências de vida travesti e o extrativismo sexual que a masculinidade cisgênera opera para com essas corpas. Marina também dirige simultaneamente um projeto cinematográfico em parceria com a Casa Chama a partir do conto “Uma Paixão no Deserto”, de Honoré de Balzac, junta de uma equipe composta 90% por pessoas trans.

ESPETÁCULO EM CIRCULAÇÃO

Trava (2019)

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