Registro dos cotidianos através dos feminismos

Proposta 

O patriarcado atua sobre todos de forma sofisticada. Sutil e violento, atua sempre, pois é sistêmico. A partir do momento em que usamos os feminismos como filtro para a vida, conseguimos revelar o machismo cotidiano, identificá-lo e nomeá-lo. E, a partir do momento que o nomeamos, conseguimos atuar sobre ele e subvertê-lo. Esta é a proposta do Movimento Atreva-se enquanto coletivo feminista e, também, para este curso. 

A ideia é entender o que é esse filtro e como podemos usá-lo como ferramenta feminista em fotos e diários/textos escritos em primeira pessoa - registros que fazemos entre tantas outras atividades da rotina e, que, muitas vezes, são menosprezados (inclusive, falaremos dessa “falta de atenção” para os conteúdos criados por mulheres como sendo mais uma, entre tantas, armadilhas criadas pelo patriarcado). 

Usar esse filtro é uma forma de ressignificar nosso olhar para as nossas próprias produções intelectuais, dando outros contornos e entendimentos para nossa própria vida - uma vida menos presa aos limites e opressões do patriarcado.

Por meio de fotos e textos, queremos revelar como o patriarcado e o capitalismo atuam sistematicamente no nosso dia a dia, fazendo com que homens e mulheres performem e atuem papéis pré-concebidos para que esta mesma engrenagem (do capital) continue viva. A ideia deste curso é politizar o pessoal e, dessa forma, subverter nosso olhar.

COMO VAI FUNCIONAR  

5 encontros de duas horas cada

Entre os dias 20 de junho e 18 de julho

Aos sábados, das 10h às 12h

 

Encontro aberto no dia 16 de junho, às 19h, para aqueles que queiram entender melhor o curso e conversar com o Movimento Atreva-se (acompanhe as redes sociais para receber o link da sala virtual)

PARA QUEM

Para todes aqueles que se interessam em refletir sobre os feminismos e queiram identificar e nomear o machismo do nosso cotidiano. 

FOMENTADORAS

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Dia 1 (20 de junho)

Refletindo e conversando sobre como os feminismos são um filtro subversivo para a vida.

 

Dia 2 (27 de junho)

Sobre a importância dos registros, sejam eles de imagens ou de escritas, no nosso cotidiano e como podem ser, também, ferramenta de autoconhecimento e de luta feminista

 

Dia 3 (4 de julho)

Trabalhando esse filtro na prática e na vida: a partir dos registros fotográficos e textuais que as pessoas que participam do grupo trarão para os encontros, iremos conversar e entender como os feminismos atuam e subvertem nosso olhar.

 

Dia 4 (11 de julho)

Continuação do encontro anterior.

 

Dia 5 (18 de julho)

Dia de troca e de registros nas redes sociais. Imagens e textos produzidos nos encontros serão publicados nas redes sociais e no site do Movimento Atreva-se.

COMO SE INSCREVER 

INVESTIMENTO

100,00 reais

Teremos 3 vagas sociais no curso. Quem se interessar, falar diretamente com o Movimento Atreva-se pelo Facebook ou pelo Instagram

MAIORES INFORAMAÇÕES