GABRIELA CARNEIRO DA CUNHA 

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ESPETÁCULOS EM CIRCULAÇÃO

Altamira 2042 (2019)

Guerrilheiras (2015)

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ALTAMIRA 2042

19, 20, 21 e 22 de agosto - Kampnagel- Hamburgo, Alemanha

25, 26, 27, 28, 29 e 30 de agosto - Wiener FestWochen - Viena, Áustria

8, 9, 10 e 11 de setembro - Passages Transfestival - Metz, França

15, 16, 17, 18 e 19 de setembro - Festival d’Automne à Paris - Paris, França

25 e 26 de setembro - MEXE - Porto, Portugal

1 e 2 de outubro - Actoral, Festival International des Arts et des Écritures Contemporaines - Marselha, França

9 e 10 de outubro - Kaserne Glôbale / Culturescapes 2021 Amazonia - Basel, Suíça

13 de outubro - Teatro Sociale / Culturescapes 2021 Amazonia - Bellinzona, Suíça

18, 19 e 20 de Novembro -  Festival Alkantara - Lisboa, Portugal

25, 26 e 27 de Novembro - Baltic Circle International Theatre Festival - Helsinque, Finlândia.

 

Residências Artísticas – ENCONTRO DAS ÁGUAS

1 a 5 de setembro - Wiener FestWochen- Viena - Áustria

21 a 24 de setembro - MEXE- Porto, Portugal

Gabriela Carneiro da Cunha é atriz, diretora e pesquisadora. Nos últimos 5 anos, a artista desenvolve o “Projeto Margens - sobre Rios, Buiúnas e Vagalumes, uma pesquisa de arte dedicada a ouvir e ampliar o testemunho de rios brasileiros que estão vivendo uma experiência de catástrofe. Este projeto foi concebido como uma resposta ao Antropoceno, definido aqui como "o momento em que os homens deixam de temer a catástrofe para se tornar a própria catástrofe ". 

A primeira etapa foi criada a partir do testemunho do rio Araguaia e realizada em

2015 com a peça de Guerrilheiras ou para a terra não há desaparecidos sobre as

mulheres que lutaram e morreram na Guerrilheira do Araguaia. A peça realizou apresentações no Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Brasília, no ano de 2019, a peça foi apresentada em nove cidades da região onde os conflitos realmente ocorreram. Foram um mês e meio, onde realizamos apresentações, workshops e debates.

Em 2019, estreou na Mostra Internacional de Teatro de São Paulo – MITsp, a performance-instalação "Altamira 2042”, a segunda etapa deste projeto de pesquisa, desta vez criada a partir do testemunho do rio Xingu sobre a catástrofe causada pela Hidrelétrica de Belo Monte.

A artista recebeu foi contemplada pela bolsa da Faperj de incentivo a criação artística, experimentação e pesquisa, bem como a Bolsa de Formação Artística Funarte,Residência Oi Futuro Artsônica e Fundação Prince Claus e Instituto Goethe Para Respostas culturais e artísticas às mudanças ambientais.

Em sua carreira em teatro e cinema, trabalhou com diretores como Ariane

Mnouchkine, Georgette Fadel, Cibele Forjaz, Grace Passô, Eryk Rocha e Heitor

Dhalia. Em 2019 ganhou o prêmio de melhor atriz coadjuvante no Festival de Cinema do Rio.