OLIVER OLÍVIA

É artista transmasculino não binário, diretor, ator e performer. Sua pesquisa se dá nos entrelugares das artes visuais, da poesia, da performance e do teatro. Pesquisa principalmente as tensões provocadas pelas representações de gênero no escopo social.

É técnico em atuação pela SP Escola de Teatro e Bacharel em Filosofia pela Universidade de São Paulo. No departamento de filosofia, desenvolveu uma pesquisa acadêmica com bolsa CAPES sobre teatro pós dramático e performativo, sob a orientação do Prof. Ricardo N. Fabbrini (FFLCH-USP), de 2017 a 2019. No mesmo período, participou do Grupo de Estudos em Estética Contemporânea da USP. Em 2020, desenvolveu a peça Não ela: o que é bom está sempre sendo destruído, ao lado de seu parceiro de criação e afetivo, Lucas Miyazaki. O trabalho foi convidado para participar, no início de 2021, do programa de residências artísticas do Centro Cultural da Diversidade. Em outubro de 2021 integrou a exposição No amor livre, sexo é gratitude, afirmação de gênero e subjetividades, da Galeria Mola, em Braga, Portugal, com quatro pinturas e uma video performance. Também em 2021, desenvolveu a peça Ele, também em parceria com Lucas Miyazaki. O trabalho foi selecionado para integrar o 29º Festival MixBrasil, sendo o vencedor do Prêmio Coelho de Ouro do júri para a melhor peça. Em 2022, adentra o Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da USP com pesquisa sobre suas duas peças, biodrama, performatividade e trajetórias transmasculinas, sob a orientação do Prof. Marcos Aurélio Bulhões Martins.

ESPETÁCULOS EM CIRCULAÇÃO
Ele (2021)
Não ela - o que é bom está sempre sendo destruído. (2020)

 

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